Casos de dados e IA nas empresas.
Empresas que ganharam ou perderam por causa de como trataram seus dados. Eu leio os registros, separo a narrativa fácil do que realmente aconteceu e mostro o que dá para levar para a sua organização.
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Como os dados de escuta de 250 milhões de pessoas viraram o produto mais valioso do Spotify
O Discover Weekly e o Wrapped não são features. São o Spotify transformando dado de escuta em produto, e o motivo de você não trocar de streaming.
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Como um marketplace fez dos dados o colateral para virar banco
O Mercado Libre avaliou crédito com uma régua que nenhum bureau consegue reproduzir: o comportamento de compra e venda dentro da própria plataforma. Dados transacionais viraram colateral no sentido literal.
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O caso Nubank: como um cartão roxo sem anuidade usou dados para virar o maior banco digital do Brasil
Todo mundo tem uma teoria sobre o Nubank: o app bonito, o roxinho na moda. A força real estava em dados que os bancos descartavam. Ele transformou esse lixo na moeda de inclusão de 131 milhões de clientes.
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Como a empresa que guardava os dados de 820 milhões de pessoas não viu o próprio vazamento por 76 dias
A narrativa fácil culpou um patch de segurança não aplicado. Os registros da Equifax contam outra coisa: um portal dos anos 1970, um certificado de monitoramento vencido há dois anos e um e-mail que nunca foi repassado.
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Como uma fintech de pagamentos trocou o atendimento por uma IA e descobriu que nenhum robô substitui uma voz humana
A Klarna comemorou ter substituído 700 atendentes por uma IA. Dezenove meses depois, estava trazendo gente de volta. Eficiência não é o mesmo que qualidade.
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O caso Americanas: quando a incerteza humana encontra a rigidez dos dados
Durante nove anos, ninguém fez a pergunta mais básica que um cientista de dados aprende no primeiro dia: esses dados estão classificados corretamente? A fraude não foi digital. Foi humana.
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O caso UPS: como dados de rota economizaram US$ 400 milhões e transformaram a maior frota de entregas do mundo
A história charmosa diz que os caminhões da UPS nunca viram à esquerda. Os registros internos contam outra: 15 anos construindo uma infraestrutura de dados até virar vantagem de US$ 400 milhões por ano.
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O caso Revlon: como o caos na gestão de dados decretou a falência de um ícone global
A narrativa simplista culpou a pandemia e as máscaras. Os registros mostram outra coisa: 21 sistemas desligados de uma vez, um inventário fantasma e a demissão de quem conhecia os sistemas antigos.
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A maioridade da inteligência artificial: menos magia, mais governança e infraestrutura
A conversa sobre IA trocou o encantamento pela exigência de resultados auditáveis, infraestrutura física e governança. Saímos do melhor prompt e entramos na arquitetura de sistemas autônomos.
Quer isso aplicado na sua organização?
Me conte o problema que você quer resolver e a gente vê se faz sentido trabalharmos juntos.